quarta-feira, 17 de junho de 2009

Conforto Térmico Tipo I

C.Térm. Socia. Tipo I
Ao longo dos tempos o homem teve sempre a necessidade de se resguardar do calor e do frio. Os nossos antepassados longínquos – o homem da pré-história - esteve muito longe de ter as condições de conforto térmico que existem hoje em dia. Cobriam-se muitas das vezes com peles de animais que resultavam da captura de animais que caçavam para o seu próprio sustento, que depois aproveitavam as peles destes, para cobrir o seu corpo ou parte dele, que servia de agasalho. Vivia nas cavernas, para se proteger dos animais, da chuva e do frio. Quando da descoberta do fogo passou a ter mais uma fonte de calor para se aquecer.
A sociedade dos tempos modernos tem ao seu dispor um conjunto bastante diversificado de soluções para manter o seu corpo a uma temperatura mais ou menos confortável. O vestuário é um deles para estações quentes usa-se roupas mais leves, a composição dos tecidos devem ter boa percentagem de algodão, contribui para ter o corpo mais fresco. Para estações frias as roupas devem ter mais lã na sua composição, para guardar mais o calor junto ao corpo. Vestem-se roupas mais grossas , como sobretudos, kispos. Existe também uma variedade de calçado próprio para esta altura.
Nos edifícios que estiverem equipados com bons aquecimentos ajudam a esquecer as temperaturas dos dias mais frios. Mas infelizmente nem todos têm em suas casas bons aquecimentos. Porque maior parte deles os preços ainda são elevados, para algumas classes sociais mais baixas, por isso, utilizam sistemas de aquecimento mais baratos. Como por exemplo a braseira, esta foi muito utilizada no passado. Viam-se bastantes braseiras nos passeios de muitas Vilas e cidades, que permaneciam aí, até as ripas de madeira ou o carvão ficarem em brasa, só depois eram levadas para dentro de casa. Tinham alguns inconvenientes, eram perigosas quando instaladas em compartimentos pequenos e não arejados, chegaram a provocar a morte a muitas pessoas por asfixia, porque queimavam o oxigénio e libertava monóxido de carbono, que é um gás altamente letal. Foi muito utilizada, talvez mais nos meios urbanos, nos meios rurais, utilizavam mais as lareiras, que além de se aquecerem, serviam para confeccionar os alimentos ao lume, havia quem tivesse também fogões a lenha. Optavam por estes sistemas de aquecimento, porque aqui as pessoas tinham bastante lenha para queimar e espaço para a armazenar, caso que não acontecia tanto nos meios urbanos.
Estes foram, talvez os aquecimentos mais utilizados no passado. Embora não deixassem de se usar outros aquecimentos como, aquecedores a gás, eléctricos a óleo, estufa a lenha. Grande parte destes era mais utilizada na cidade.
Nos últimos tempos muitas casas foram equipadas com aquecimentos centrais alimentados: tanto a lenha, como a gasóleo ou misto. Enquanto o aquecimento central a electricidade e a ar condicionado, foram praticamente adquiridos por classes mais altas. O motivo é os preços estarem um pouco competitivos, devido nos últimos tempos haver algumas marcas a operar nesta área. Tinham em conta o custo /benefício. Grande parte das pessoas compensou fazer um pouco de sacrifício para a aquisição de alguns desses sistemas de aquecimento. Passaram a ter toda os compartimentos da casa aquecida, em vez de um, na maior parte dos casos.
. Até um certo tempo foi rentável fazer essa escolha, porque o preço do combustível se mantive baixo durante muito tempo. O preço do crude começou nos últimos tempos a subir nos mercados internacionais, por várias vezes e isso fez subir também os custos da lenha. Agora estes dois sistemas de aquecimento praticamente já não compensam ter.
No futuro próximo as pessoas não vão ter de se preocupar tanto na escolha destes equipamentos para estalar em casa, porque na arquitectura dos novos edifícios iram ser construídos com materiais mais isolantes para que no Verão não deixem entrar o calor em excesso e demasiado frio de Inverno. Porque o avanço da tecnologia que existe no mercado coloca diversos produtos que nos permite resolver de uma vez por todas, os problemas de isolamento e impermeabilidade das habitações. Uns mais baratos outros menos todos vem contribuir para um imóvel energeticamente mais sustentável.
E com a ajuda da publicação da nova Lei vem regulamentar as características de comportamento térmico dos edifícios Decreto-lei nº8072006 vem dar o suporte legal a uma tendência que se vinha sentindo no mercado da construção, relativamente à necessidade dos edifícios possuírem bons isolamentos e revestimentos de modo a terem maior eficiência energética.
Talvez não vá ser preciso no futuro investir tanto em aquecimento muito sofisticados e caros para manteremos a temperatura ideal em nossas casas. Bastara um pequeno aquecedor com boa eficiência energética ligado à corrente eléctrica, quando a temperatura for um pouco baixa, para manteremos todos os comportamentos da casa a uma temperatura mais conveniente.
Para além disso, espera-se que o aumento da concorrência gerado pelo mercado Ibérico levará a uma descida dos preços e um aumento da qualidade do serviço prestado. Depois dos governos de Portugal e Espanha assinarem, a 20 de Janeiro de 2004, um acordo para a constituição do mercado eléctrico Ibérico que visa integrar os sistemas eléctricos de ambos os países. Para além disso, espera-se que o ambiente da concorrência gerada pelo mercado Ibérico da electricidade levara uma descida dos preços e um aumento da qualidade do serviço prestado.

CO2 Sociedade Tipo I

CO2 Sociedade Tipo I
PCC – Painel intergovernamental para as Alterações Climáticas é um organismo internacional constituído por cientistas e representantes governamentais para avaliar o risco colocado pelas alterações introduzidas no clima pelos seres humanos. Foi criado em 1988 e está aberto a todos os membros das Nações Unidas e da Organização Meteorológica Mundial. Também é vastamente considerado a autoridade máxima na ciência das alterações. Em 2007, recebeu o prémio Nobel da Paz.
O programa das Nações Unidas, tem departamentos que se dedicam ao estudo destes problemas ambientais como de outros.

Muitas Universidades de todo mundo estudo o efeito das emissões de gases na atmosfera, amaneira de os prevenirdes. Numa pareceria com outras instituições particulares e governamentais.

CO2 Ciência Tipo III

CO2. Clima
Ciência -Tipo III
Devido há flexibilidade extrema, o carbono é o componente supremo de toda a vida da terra. Forma a espinha dorsal de tudo, desde os hidratos de carbono, proteínas e lípidos, até às folhas, madeira, ossos, pele e cabelo.
Umas das consequências é que quando queimamos alguma matéria que em tempos esteve viva libertamos o carbono que ela continha, normalmente sob a forma de dióxido de carbono. É o que acontece quando queimamos petróleo, carvão e gás natural. Estes três são conhecidos como «combustíveis fósseis» porque são, literalmente, restos fossilizados de animais e plantas que viveram há muitos milhões de anos e estiveram, até ao início da Revolução Industrial, aproximadamente em 1850, muito bem enterrados no solo.
O dióxido de carbono que os animais respiram, é assimilado pelas plantas, que o utilizam para formar os seus corpos, fornecendo-nos os alimentos que completam o ciclo. Assim várias quantidades de CO2 passam diariamente pela atmosfera de uma forma perfeitamente natural. Queimar madeira, culturas e tudo o resto que já esteve vivo também liberta dióxido de carbono para a atmosfera, mas o carbono no interior da madeira esteve no ar há relativamente pouco tempo, provavelmente há apenas algumas décadas, antes de a árvore o absorver e converte-lo em tronco e ramos. Ao queimarmos a madeira, estamos a colocar de novo aquele mesmo dióxido na atmosfera. Ao longo prazo, nada muda. De modo semelhante, quando respiramos, libertamos dióxido de carbono que foi, provavelmente, utilizado no ano anterior ou dois anos antes para fazer a nossa comida. Uma vez mais, a soma é zero.
Porém, quando queimamos uma coisa que esteve enterrada e, por conseguinte, afastada do ar durante centenas de milhões de anos, há uma diferença importante. Ao queimaremos combustíveis fósseis estamos a bater no reservatório antigo e fundo que foi selado há muito tempo e, desta forma, a alterar drasticamente o equilíbrio do ar.
Houve ocasiões no passado em que os níveis de dióxido de carbono foram, muito mais elevados, mas muito antes de existir seres vivos na terra.
Sabemos isto porque, graças a uma aplicação milagrosa da ciência e do engenho, estudou pedaços de ar antigo da Antárctida, onde as temperaturas geladas durante o ano inteiro significam que a neve que caiu há centenas de milhares de anos continuam ali até aos nossos dias. Foi enterrada por camadas subsequentes, por isso foi necessário cavar muito fundo para encontrar a neve verdadeiramente antiga, que foi desde então esmagada e transformada em gelo. Investigadores, perfuraram um núcleo cujo gelo remonta a cerca de 400 000anose e outra ainda mais antiga, com cerca de 8000 000 anos. No interior deste gelo antigo existem minúsculas bolhas de ar que ficaram presas quando a neve caiu.
Os cientistas analisaram essas bolhas para verificar o teor de dióxido de carbono e metano que elas contêm. Os resultados mostram que durante longos períodos de tempo os níveis de dióxido de carbono foram subindo e descendo naturalmente. Durante os períodos glaciares, o dióxido de carbono tende a ser bastante baixo. Durante períodos mais quentes, o dióxido de carbono sobe. Todavia, não existe um único momento nos últimos 650 000 anos em que o dióxido de carbono tenha estado tão elevado como actualmente.
À medida que o século foi avançando, e queimámos cada vez mais combustíveis fósseis, o dióxido de carbono subiu como uma serpente malévola.
Durante os períodos glaciares, o dióxido de carbono recua para cerca de 180-190 ppm.
Nos períodos intermédios mais quentes, nos quais o nosso clima actual se engloba, o dióxido de carbono sobe, tipicamente, até valores na ordem dos 290.
Desde o ponto mais frio do último período glaciar, há cerca de 20 000 anos, até 1900, os níveis situam-se numa média saudável entre 260 e 290 ppm22.
Porém, ao longo do tempo, o nível disparou para cerca de 383 ppm em 2007.A atmosfera planetária contém agora um nível de dióxido de carbono que é quase 405 mais elevado do que os seus valores «naturais» pré – industriais, e que continua a subir entre 2 e 3 ppm por ano.

CO2 Ciência Tipo II

CO2 Ciência Tipo II
Até á data, os oceanos absorvem cerca de metade das emissões de dióxido de carbono resultante da queima de combustíveis fósseis, do fabrico do cimento e de alterações de utilização da terra. Ainda bem, pois caso contrário haveria mais dióxido de carbono no ar e, consequentemente, um aquecimento maior do que aquele a que assistimos até agora. Mas o benefício tem um preço. Todo esse dióxido de carbono adicional está a acidificar gradualmente o oceano. Os oceanos são vastos e também são especialistas a neutralizar qualquer material que ameace acidificar a suas águas. Porem, o problema é que o dióxido de carbono está a chegar demasiado depressa. Está a destruir a capacidade natural que o oceano tem para compensar. Um estudo realizado em 2005, calcularam que os oceanos tinham aumentado a acidez, cerca de 30% mais.
Quando o dióxido de carbono e outros gases na atmosfera ultrapassou os valores aceitáveis, já há muito tempo, desde quando se começou também a utilizar energias provenientes de combustíveis poluentes. Esta concentração de gases vai aumentar o efeito de estufa e consequentemente o aquecimento do planeta para valores não desejáveis, acabando por interferir em zonas frias dos pólos da terra fazendo subir a temperaturas de maneira que o carbono antes estava retido pelas baixas temperaturas comece a desprender com a descongelação e ser libertado sob a forma de folhas, raízes, musgos mortos, tudo o que alguma vez esteve vivo. Porem a energia do carbono foi desligada e o carbono existente no seu interior está a começar a apodrecer O perigo é que o aquecimento provocado pelas nossas emissões humanas de dióxido de carbono está desencadear um degelo no norte e esse degelo, por sua vez, emitirá ainda mais dióxido de carbono num ciclo vicioso que acelera o aquecimento. Este é o outro exemplo de uma reacção positiva, positiva não por ser boa mas porque exacerba o efeito original. Neste caso, o que é assustador é a simples escala do potencial problema. Alguns investigadores calculam que poderá haver 900 giga toneladas de carbono à espera de ser libertado nos solos podres do árctico, uma quantidade maior do que existe actualmente em toda a atmosfera.
CO2 Sociedade Tipo II
As sociedades pertencentes ao mundo industrializado, que tem as economias mais ricas é historicamente, o maior responsável pelas emissões até a data, e os países de economias que serão, provavelmente, os maiores responsáveis pelos aumentos futuros de emissão enquanto se esforçam para chegar aos níveis das nações industrializadas, embora estes países tendem a produzir apenas quantidades muito pequenas de gases com efeito de estufa per capita e foram responsáveis por uma quantidade muito reduzida da concentração actual de gases com efeito de estufa na atmosfera.

Comparação das emissões de todos os gases com efeito de estufa. As emissões per capita, as emissões totais dizem respeito ao ano de 2004. As emissões históricas são os valores anuais médios entre 1900 e 2004, por habitante da população actual.
Os primeiros sete países referem-se aos países industrializados os restantes aos países em desenvolvimento:

Per Capita t/h Histórico t/h Total m/t Alteração emissão
(1) (2) (3) Desde 1990
(4)
EUA 24,0 12,7 7065 +15,7%
Federação russa 13,5 7,1 1938 -35,1%
Japão 10,6 4,0 1355 +8%
Canadá 23,7 9,8 758 +17%
Austrália 9,8 10,3 563 +25%

França 9,0 6,6 563 -o,4%
Alemanha 12,3 9,0 1015 -17,5
Reino unido 11,0 11,2 656 -14,2%
China 5,0 1,2 6467 +72,7
Brasil 5,3 1,6 983 +40%
África do Sul 11,1 3,6 505 +29,7%
México 5,0 1,3 520 +38%
Índia 1,6 1,6 1744 +57,5%

(1) – Per Capita: ( ) tonelada/habitante
(2) - Histórico: ( ) Tonelada/habitante
(3) (3) – Total: ( ) megatoneladas


Os países mais industrializados do mundo, juntos foram responsáveis por quase todo o problema climático actual, numa fase inicial obtiveram a sua riqueza e o avançado estado de desenvolvimento em larga medida através da exploração de combustíveis fosseis baratos. São os que carregam o peso da responsabilidade objectiva pelas alterações climáticas. Em princípio todas elas reconhecem esta responsabilidade. A maioria, mas não todas, também começam a agir. Como se pode ver nos dados acima, em que a alguns países do mundo industrializados, já fizeram cair as suas emissões com efeito de estufa. Porque estão a apostar em energias mais limpas.

Os países em desenvolvimento emitem muitas gases com efeito de estufa para a atmosfera devido as suas economias estarem a um ritmo crescente de desenvolvimento .
No caso da China. A cerca de um ano construía uma nova central eléctrica, a carvão todos as semanas, agora o número é de duas por semana e com tendência para aumentar. A china não tem reservas de petróleo e muito pouco gás. Mas tem carvão, e muito. E este carvão está alimentar a economia da China, estas novas centrais eléctricas são especialmente más de uma perspectiva ambiental porque o carvão é o mais sujo de todos os combustíveis fósseis.
O Brasil está extremamente interessado em envolver as nações desenvolvidas na solução no problema das alterações climáticas. Em 1992, ofereceu o rio de Janeiro como ponto de encontro para a primeira cimeira internacional da terá, a rampa de Licenciamento para o processo que conduziu ao protocolo de Quioto. As alterações climáticas que representam para o Brasil: redução da produção de produtos agrícolas, as mudanças forçadas na utilização da terra e a perda da floresta, devido a desflorestação no norte da amazónia.

África do Sul – tem um nível involgarmente elevado de emissões com efeito de estufa per capita, está também independente do carvão. A indústria mineira de ouro, diamantes, platina e urânio é uma parte importante da economia e utiliza energia de um modo muito intenso, tem uma quantidade de indústrias que requerem um consumo de energia intensivo.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

CO2 tecnologia Tipo I

A maior consciencialização da necessidade de recorrer a energias limpas e alternativas ao petróleo deve-se a questões ambientais e económicas.
Maiores dos países importam praticamente todo o petróleo que consomem, cerca de 85% de toda a energia de que precisa. A factura suportada, por exemplo: Portugal com a aquisição de crude atingiu, em 2004, um máximo de mais de duas décadas.
A consciência de que os recursos transformáveis são finitos tem levado a comunidade internacional a desenhar novas alternativas energéticas. No âmbito do protocolo de Quioto Portugal comprometeu-se a que em 2010, 39% do consumo energético tenha origem em fontes de energia renovável.
A sensibilidade de vários países nos últimos anos para a expansão dos recursos de fontes de energia renováveis tem sido crescente. As polícias têm vindo a permitir dinamizar o investimento de privados na criação de fontes de energia renováveis. Apesar das associações ambientais exigirem dos responsáveis políticos mais celeridade nesta questão, do ministério da economia e da inovação defende-se à rede até 2007, mais de 5.0000 MW de novas instalações com base em energia renováveis, onde se destacam 3.700 MW de energias eólica. Avanços que, segundo o Ministério, vão permitir que Portugal cumpra o protocolo de Quioto.



Quase todas as indústrias de todo o mundo são responsáveis por milhões de toneladas de gases com efeito de estufa. A maior parte prove da utilização de combustíveis fósseis na produção de energia intensiva: metalúrgica, química e de fertilizantes, cimento, vidro e cerâmica, pasta e papel. Já existe muitas formas de reduzir a energia necessária a velocidade relativamente baixas usa muito menos energia do que aquele que é ligado e desligado a uma velocidade fixa elevada chamada «cascata de energia» o calor desperdiçado nos processos com maior consumo energético é usado para alimentar uma série de passos sucessivamente mais frios até a potência final ser usada para aquecer a própria fábrica, Outra tecnologia que já está disponível para melhorar a eficiência são os motores de velocidade variável, mais de metade de toda a electricidade produzida é usada para accionar motores, e se eles fossem mais eficientes faria uma diferença enorme. Um motor que funciona continuamente e de forma flexível. Motores flexíveis semelhantes como ventoinhas poderiam poupar até um terço da energia, e os elevadores poderiam regenerar energia nas descidas.
As indústrias também poderiam usar o calor produzido pelas centrais eléctricas, que é normalmente desperdiçado. Se a fábrica estivesse próxima de uma central eléctrica, o calor que dessa parece normalmente no ar através das torres de arrefecimento podia ser canalizado para alimentar os processos que necessitam de muito calor (esta técnica também poderia fornecer calor a cidades individuais através de redes de canalizações distritais).

Edifícios – Para aumentar a eficiência energética nos edifícios, deve-se apostar no seu isolamento e nos electrodomésticos serem mais eficientes lá de casa, a forma como se utiliza a energia nos edifícios continua a ser incrivelmente ruinosa, uma combinação de lançamento de gases com efeito de estufa para a atmosfera e dinheiro pelo cano abaixo.
Isolar - Nos climas frios e nublados deve-se impedir que o ar frio entre nos edifícios no inverno e escape no verão. Basta haver um bom isolamento nas paredes e telhados e verificar que as janelas e portas vedem devidamente no inverno para minimizar as correntes de ar.
Em regiões mais quentes, é frequente usar aparelhos de ar condicionado que consomem uma quantidade enorme de energia para manter o interior dos edifícios frescos, se esses edifícios Fossem construídos de maneira a poder funcionar como um filtro, permitindo a entrada selectiva da luz do dia, do calor e do ar fresco, dependendo das necessidades do momento. Estas técnicas já foram utilizadas mais no passado na construção dos edifícios do que hoje, sabiam tudo sobre como fazer a inclinação de um telhado para que bloqueasse o sol alto e abrasador de Verão, mas que deixassem entrar os raios amenos e mais baixos no Inverno. Substituir as velhas lâmpadas incandescentes pelas lâmpadas de baixo consumo que já existem no mercado pode reduzir o consumo de energia para metade. Projectar edifícios para usar devidamente a luz do dia em todas as fachadas pode reduzir novamente o restante em metade, ao passo que uma estratégia muito simples chamada iluminação tarefa/ ambiente pode reduzi-lo ainda mais. Isto implica ter um nível baixo de iluminação de fundo, como mais luz em locais de trabalho individuais.


Transportes – Quase toda a energia para os transportes vem do petróleo. Para baixar as emissões será necessária uma combinação de novas tecnologias com baixo teor de carbono e maiores rendimentos e previsões de alternativas suficientemente atractivas para nos encorajar a todos e afastarmo-nos prontamente dos meios de transportes mais poluentes.
Biocombustíveis – São combustíveis verdes que usam biomassa com carbono neutro como matéria-prima. Actualmente já estão a ser utilizado dois desses biocombustíveis:
BIETANOL - pode ser fabricado a partir de qualquer cultura que contenha (açúcar ou amido, Trigo, celulose, batata…), com origem em culturas como a cana-de- açúcar e a beterraba ou por processos sintéticos.
BIODIESEL - É proveniente de culturas que produzem óleo (colza, girassóis, palmeiras).
VEICULOS IBRIDOS – Já existem actualmente, combinam um motor de combustão interna normal a gasolina com um motor e bateria eléctricos. A ideia é a bateria ser recarregada quando o motor está a funcionar e especialmente durante a travagem. Esses híbridos usam o motor/bateria eléctrica para aumentar a potência durante a aceleração, para accionar a direcção assistida e outros acessórios e para colocar o motor em regimes baixos quando os motores normais de combustão interna estão na fase memos eficiente.

HIDROGÉNIO – A ideia que está na base deste conceito é a utilização de uma fonte de energia com um nível baixo de emissão para dividir a água e fabricar gás de hidrogénio. O hidrogénio também pode ser fabricado a partir de gás natural. Embora este processo gere alguma emissão de dióxido de carbono.

EÓLICA – A energia eólica utilizada como fonte o vento resultante do deslocamento de massas de ar, derivado dos efeitos das diferenças de pressão atmosféricas entre duas regiões distintas, influenciado por efeitos locais como a orografia e rugosidade do solo.
Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica estando directamente relacionadas com a radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Entre 1 a 2 por centro da energia proveniente do sol (o sol irradia cerca de 174.423.000.000.000 kWh) é convertida em energia eólica, a qual é cerca de 50 a 100 vezes superior a energia convertida em biomassa (0,011%), por todas as plantas da terra.
HÍDRICA – A energia hídrica tem como fonte a energia potencial resultante dos fluxos de água nos rios. Para além desta, existem mais dois tipos de energias que utilizam água: a energia dos mares, que é gerada diferença de amplitude entre marés, que vão produzir trabalho.
Mecânico, que vai gerar electricidade; a energia das ondas, gerada pela movimentação das ondas, que vão produzir trabalho mecânico, que por sua vez vai produzir electricidade.
Distribuição mundial do recurso disponível em águas profundas em MW/km.

HIDDROGÉNIO – O hidrogénio é o elemento químico mais abundante no universo, o mais leve e o que contém o maior valor energético, cerca de 121 KJ/g. Este composto primordial, constituído quimicamente por único electrão em torno do núcleo, parece ser capaz de muito, pois ao ser extremamente leve, as suas forças de ionização são baixas permitindo extrair o electão que orbita, ionizado o hidrogénio. Este electão é suficientemente para se produzir uma corrente eléctrica desde que se consiga um fluxo constante de hidrogénio e algo capaz de levará sua ionizada.

SOLAR – O aproveitamento da energia solar, que porém dos raios de sol, pode ser feito de uma forma passiva (aqui as soluções estão directamente ligadas ao tipo e qualidade de construção) ou de forma afectiva, como a utilização de meios técnicos.
Quando se fala em captação fala-se essencialmente em:
EM ENERGIA SOLAR TERMICA – Os colectores solar térmica – os colectores solares captam a radiação solar e esta é transformada em energia térmica (calor) que por sua vez aquece a água, para o aquecimento de AQS ou para o aquecimento ambiental.
Energia foto voltaica: os painéis fotovoltáticos recebem a energia vinda dos raios solares e transformam-na em energias eléctricas.

A produção de energia a partir de fontes renováveis, o terceiro lugar na Europa é ocupada por Portugal (a Suécia está em primeiro e a Áustria em segundo). Apesar das inúmeras possibilidades, em especial no solar (temos o maior número de horas de sol por dia e o seu aproveitamento está muito aquém do seu potencial), a aposta nacional tem incidido na hídrica e na eólica. Mas o investimento em Renováveis não estagnou: a energia eléctrica consumida nos pais com origem nas renováveis tem aumentado de ano para ano.
Desenvolvimento das eólicas
De todas as energias renováveis a eólica é a energia que mais se tem expandido por todo o mundo e também em Portugal.
Para esse desenvolvimento contribuem essencialmente dois factores: o desenvolvimento das tecnologias de produção de energia eólica e boa rentabilidade da venda da energia à rede eléctrica nacional.
O maior desenvolvimento das tecnologias de produção de energia eólica permitem que seja cada vez mais barato montar uma estação de produção de energia eólica com uma tecnologia avançada. Por outro lado, a energia eólica é vendida à rede eléctrica a um preço mais competitivo do que a energia foto-voltaica ou a energia do carvão, o que torna um negócio rentável, cuja oportunidade de investimento está em franca expansão.
A energia eólica é uma energia renovável, limpa e que tem baixos custos de produção e escoamento para a rede eléctrica nacional a um preço competitivo.

CO2 Sociedade Tipo III

As medidas poluidor -pagador serviu para encorajar a fazer as coisas da forma com menos carbono pelas indústrias a nível global e prever penalizações económicas para quem seguir o caminho com carbono elevado. Isto consistia em criar uma taxa para cada tonelada de gases com efeito de estufa emitida. Desta forma, o preço de qualquer actividade que gerasse gases com efeito de estufa reflectiria o verdadeiro custo para o ambiente e o mercado colocaria um travão aos maiores prevaricadores, tornando economicamente viável o recurso a soluções com baixo teor de carbono.

No começo da década de 1990, a Noruega introduziu um imposto sobre o carbono para emissões energéticas e esta medida pareceu encorajar a inovação tecnológica.
O reino unido foi o primeiro país no mundo a criar, em 2004, um plano nacional de comércio de licenças de emissão de carbono. Seguiu-se rapidamente um plano alargado a nível europeu, no qual o plano do Reino Unido se fundiu. Foi o primeiro regime de comércio de carbono a nível internacional. A participação no plano europeu foi obrigatória para uma série de indústrias em cada Estado-membro. Produtores de energia, empresas metalúrgicas e produtores de cimento, tijolos, pasta e papel são obrigadas a aderir a uma quota de emissões. Juntas estas, indústrias são responsáveis por quase 40% de todas as emissões da EU.) Cada governo decide como distribuir as licenças entre estas indústrias. O processo estabelece um preço natural para as emissões de carbono por tonelada que resulta do modelo económico padrão da oferta e da procura.

Por si só os mercados do carbono não serão suficientes. O relatório de 2007 do banco mundial sobre o estado do mercado do carbono referiu que «a enormidade do desafio do clima exigirá uma transformação profunda, incluindo nos sectores a que o regime de comércio de licenças não pode chegar facilmente» Por exemplo, a agricultura, os transportes e as casas particulares exigirem que determinados indivíduos estivessem receptivos ao tipo de monitorização e auditoria que um regime deste tipo implicaria. Em casos deste género, os governos também precisarão de obrigar as empresas de energia a utilizar mais energias renováveis, a apresentar padrões de eficiência e, acima de tudo, a indicar-nos a todos o caminho certo ao providenciar informações fiáveis sobre a quantidade exacta de gases com efeito de estufa que um determinado produto emite ao longo da sua vida.