Operações que denotam o recurso ao tempo real.
Actividades e operações que denotam o recurso ao tempo real
Quando nos dirigimos as caixas multibanco automáticas, podemos, efectuar quase todas as operações, que se geram neste lugar, como cobranças de cheques, o depósito de uma quantia, o levantamento de outra, etc.
Mas a utilidade tem-se estendido mais além de prática bancária tradicional. Tem permitido que os clientes disponham de múltiplos serviços bancários durante todos os dias do ano, inclusive os feriados, e a qualquer hora do dia ou da noite.
Na realidade, estas caixas mecânicas são terminais ligados por via telefónica ao computador central (ou alguma agência da zona) da entidade, equipados com programas que oferecem ao cliente uma consulta dos dados, agradáveis e de fácil compreensão.
Quando se introduz o Catão magnético correspondente e uma vez escrito o código secreto, o utente pode consultar a sua conta, obter um resumo dos movimentos, levantar uma quantia, fazer transferências entre contas, pagar recibos, solicitar moeda estrangeira ou cambiar, etc.
A extensão da informatização dos serviços bancários permite que muitos bancos, aproveitando o desenvolvimento extraordinário da telemática moderna, ofereçam aos seus clientes a possibilidade da instalação de terminais telefónicos particulares, desde os que podem realizar todas estas operações.
Apesar disso, se o que desejamos é pedir um crédito a uma entidade bancária, ainda é necessário ir pessoalmente a uma agência. Mas já começam a aparecer bancos que oferecem estes serviços via telefone.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Cidadania e Profissionalidade 3
O Segredo de Brokeback Mountain
O filme “O segredo de Brokeback Mountain” retrata o relacionamento romântico de dois jovens vaqueiros que se conheceram e se apaixonaram, enquanto trabalharam juntos num serviço de pastoreio de ovelhas na região oeste dos EUA de 1963 a 1981. O filme documenta o complexo relacionamento emocional, sexual e romântico que eles passam a ter no curso de dezoito anos.
Após se separarem, com o fim do trabalho, cada um procura caminhos diferentes, resolvem casar com as suas namoradas e constituir família. Passado de alguns anos encontraram-se, não conseguindo esconder o amor que sentiam um pelo outro, em que se beijam apaixonadamente em frente á casa de Enne e, sem serem notados, são acidentalmente testemunhados pela esposa.
Ao irem acampar, no dia seguinte, Jack fala da ideia de construírem uma vida juntos num pequeno rancho. Ennis, não aceita devido a ter compromisso com a sua família e por ter ainda na sua mente de infância o assassino de homem suspeito de ter sido homossexual na sua cidade, temendo que pudesse um dia a acontecer com algum deles, não querendo expor-se ao seu relacionamento aberto, por isso, marcam encontros esporádicos nos quais vão acampar na montanha…
O sentimento que tem um pelo outro, talvez seja o motivo de um dia se divorciar das suas companheiras. Mas a esperança de um dia viverem juntos torna-se impossível, porque Jack tinha falecido acidentalmente enquanto trocava um pneu do carro que explodiu em sua face. Esta tinha sido a resposta dada pela Esposa de Jack, Cowgirl Laureen Newsome a Enne. Ela explicava as circunstâncias do acidente, enquanto foram sobrepostas imagens de Jack sendo espancado brutalmente por três homens.
Nada mais lhe restando a Enne, senão duas camisas que Jack tinha deixado no fundo do armário ainda com sangue nas mangas, desde quando tinham brigado na montanha, quando a mãe de Jack mostrou o quarto do filho a Enne.
O meu comentário sobre o tema apresentado neste filme.
A sociedade no geral tem muita dificuldade em lidar com a Questão da homossexualidade, porque quase todas as pessoas, são bastante preconceituosas, a lidar com este tema. Ao censurá-la, muitas vezes acabam por interferir na vida desses grupos que assumem essa orientação sexual. Causando-lhes desde pequenos embaraços até grandes problemas, como perseguições, maus tratos, indo a situações extremas de lhes porem a vida em risco. Porque consideram que é anti-natura e, por isso, entendem que não devem só cesurá-la como também combate-la. Grupos que se organizam para que a questão da homossexualidade fosse a referendo, ficando com a ideia que esse acto, ao ser realizado a maioria das pessoas iria votar não, sabendo logo a prior que a igreja iria também estar ao lado deles dando um voto de confiança como também o maior partido da posição, contra o casamento homossexual ou gay. Um deputado do actual partido do governo, também é da opinião que “o estado havia de intervir, embora reconhece que não deve intrometer-se na esfera privada dos cidadãos, mas deveria fazer respeitar as leis, sob pena de passaremos a viver numa ditadura do relativismo, onde tudo é prometido e nada é proibido.
Actualmente já foi elaborado o decreto-lei do referente ao casamento entre indivíduos do mesmo sexo, pelo partido do governo e alguns partidos de esquerda, sendo sido enviado para o Presidente da República para ser aprovado ou chumbado.
Os motivos que levaram estes partidos a quererem a aprovação deste projecto defendem que se está em causa os direitos fundamentais dos cidadãos e das cidadãs homossexuais e que a alteração da lei é a favor das liberdades em democracia.
“Em que se deparava com umas das poucas desigualdades existentes na lei e, impondo-se a alteração a vários níveis, defendeu Duarte Cardoso, presidente da juventude socialista, acrescentando que se tratava de uma imposição do principio da igualdade e da felicidade de milhões.”
Pessoalmente não tenho uma ideia formada, para dizer se sou a favor ou contra o casamento de pessoas do mesmo sexo. Mas entendo que ninguém deveria interferir na vida íntima dos outros, pelo facto de estarem contra a prática da homossexualidade, daqueles homens e mulheres que querem dar um rumo diferente do comum, que é escolher o mesmo parceiro ou parceira do seu sexo para viverem juntos. Ao interferir, na vida dessas pessoas, podem estar a criar obstáculos de forma que essas pessoas não sejam felizes à sua maneira.
Se não houvesse tanta censura muitos, decidiam logo de início o caminho mais correcto para eles. Muitos acabam por não revelar a sua homossexualidade por muitos anos devido a represálias por parte da sociedade que os ignorem e, por isso, muitos deles escondem-se através de casamentos com o sexo oposto, que parte deles mais tarde acabam por se separar e consequência disso causando transtorno ao outro elemento do casal, como também aos filhos.
O filme “O segredo de Brokeback Mountain” retrata o relacionamento romântico de dois jovens vaqueiros que se conheceram e se apaixonaram, enquanto trabalharam juntos num serviço de pastoreio de ovelhas na região oeste dos EUA de 1963 a 1981. O filme documenta o complexo relacionamento emocional, sexual e romântico que eles passam a ter no curso de dezoito anos.
Após se separarem, com o fim do trabalho, cada um procura caminhos diferentes, resolvem casar com as suas namoradas e constituir família. Passado de alguns anos encontraram-se, não conseguindo esconder o amor que sentiam um pelo outro, em que se beijam apaixonadamente em frente á casa de Enne e, sem serem notados, são acidentalmente testemunhados pela esposa.
Ao irem acampar, no dia seguinte, Jack fala da ideia de construírem uma vida juntos num pequeno rancho. Ennis, não aceita devido a ter compromisso com a sua família e por ter ainda na sua mente de infância o assassino de homem suspeito de ter sido homossexual na sua cidade, temendo que pudesse um dia a acontecer com algum deles, não querendo expor-se ao seu relacionamento aberto, por isso, marcam encontros esporádicos nos quais vão acampar na montanha…
O sentimento que tem um pelo outro, talvez seja o motivo de um dia se divorciar das suas companheiras. Mas a esperança de um dia viverem juntos torna-se impossível, porque Jack tinha falecido acidentalmente enquanto trocava um pneu do carro que explodiu em sua face. Esta tinha sido a resposta dada pela Esposa de Jack, Cowgirl Laureen Newsome a Enne. Ela explicava as circunstâncias do acidente, enquanto foram sobrepostas imagens de Jack sendo espancado brutalmente por três homens.
Nada mais lhe restando a Enne, senão duas camisas que Jack tinha deixado no fundo do armário ainda com sangue nas mangas, desde quando tinham brigado na montanha, quando a mãe de Jack mostrou o quarto do filho a Enne.
O meu comentário sobre o tema apresentado neste filme.
A sociedade no geral tem muita dificuldade em lidar com a Questão da homossexualidade, porque quase todas as pessoas, são bastante preconceituosas, a lidar com este tema. Ao censurá-la, muitas vezes acabam por interferir na vida desses grupos que assumem essa orientação sexual. Causando-lhes desde pequenos embaraços até grandes problemas, como perseguições, maus tratos, indo a situações extremas de lhes porem a vida em risco. Porque consideram que é anti-natura e, por isso, entendem que não devem só cesurá-la como também combate-la. Grupos que se organizam para que a questão da homossexualidade fosse a referendo, ficando com a ideia que esse acto, ao ser realizado a maioria das pessoas iria votar não, sabendo logo a prior que a igreja iria também estar ao lado deles dando um voto de confiança como também o maior partido da posição, contra o casamento homossexual ou gay. Um deputado do actual partido do governo, também é da opinião que “o estado havia de intervir, embora reconhece que não deve intrometer-se na esfera privada dos cidadãos, mas deveria fazer respeitar as leis, sob pena de passaremos a viver numa ditadura do relativismo, onde tudo é prometido e nada é proibido.
Actualmente já foi elaborado o decreto-lei do referente ao casamento entre indivíduos do mesmo sexo, pelo partido do governo e alguns partidos de esquerda, sendo sido enviado para o Presidente da República para ser aprovado ou chumbado.
Os motivos que levaram estes partidos a quererem a aprovação deste projecto defendem que se está em causa os direitos fundamentais dos cidadãos e das cidadãs homossexuais e que a alteração da lei é a favor das liberdades em democracia.
“Em que se deparava com umas das poucas desigualdades existentes na lei e, impondo-se a alteração a vários níveis, defendeu Duarte Cardoso, presidente da juventude socialista, acrescentando que se tratava de uma imposição do principio da igualdade e da felicidade de milhões.”
Pessoalmente não tenho uma ideia formada, para dizer se sou a favor ou contra o casamento de pessoas do mesmo sexo. Mas entendo que ninguém deveria interferir na vida íntima dos outros, pelo facto de estarem contra a prática da homossexualidade, daqueles homens e mulheres que querem dar um rumo diferente do comum, que é escolher o mesmo parceiro ou parceira do seu sexo para viverem juntos. Ao interferir, na vida dessas pessoas, podem estar a criar obstáculos de forma que essas pessoas não sejam felizes à sua maneira.
Se não houvesse tanta censura muitos, decidiam logo de início o caminho mais correcto para eles. Muitos acabam por não revelar a sua homossexualidade por muitos anos devido a represálias por parte da sociedade que os ignorem e, por isso, muitos deles escondem-se através de casamentos com o sexo oposto, que parte deles mais tarde acabam por se separar e consequência disso causando transtorno ao outro elemento do casal, como também aos filhos.
Cidadania e Profissionalidade 3
Importância do pluralismo político e participação dos cidadãos numa democracia.
Para que os cidadãos possam participar livremente numa democracia é essencial que o seu país viva num Estado de direito democrático em que os seus princípios se baseiam na Soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas e no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais.
A moderna noção de democracia desenvolveu-se durante todo o século XIX e afirmou-se no século XX está ligada ao ideal de participação popular, que remonta aos gregos, mas que se enriqueceu com as contribuições da Revolução Francesa, do Governo Representativo Liberal inglês e, finalmente, da Revolução Americana, que foram experiencias de libertação do Homem e afirmação da sua autonomia.
Quando os cidadãos têm a faculdade de participar na vida política do seu país, estão a contribuir para a realização da democracia económica, social e cultural. É certo que de uma forma indirecta, através do seu voto por sufrágio universal, esta a maneira que permite escolher o partido que melhor programa eleitoral apresentou aos eleitorados antes das eleições a aquele que se pensa que pode concretizar as aspirações que cada um deseja, para o seu bem-estar.
Esta é a melhor forma de aproximar o poder político ao cidadão, quer seja para a eleição de um partido, presidente da República ou para outro cargo político. E poder o povo certificar, se as promessas estão a ser ou não cumpridas.
Por vezes aparecem criticas de descontentamento, talvez se deva a que a opinião do povo só é consultada uma vez em cada quatro anos. E após esses representantes serem eleitos, por vezes parecem agir como bem entendem, até à próxima eleição. Por isso, ficam desapontados, e apontam falhas à democracia, mas de qualquer maneira, nunca é tão grave, como se estivéssemos a ser governados por um partido totalitário, porque os diversos partidos que estão representados na assembleia da república, procuram cada um deles fazer o melhor em prol da imagem que querem transmitir, de maneira competente e responsável, para não perderem nos próximos mandatos os seus eleitores.
Há pessoas, hoje em dia, que parece a não se rever muito nos valores que a democracia trouxe às sociedades contemporâneas, em que apontam algumas fraquezas, quando a comunicação social
tráz ao conhecimento da opinião pública certos acontecimentos que levam a fazer uma desapreciarão negativa de determinados factos apresentados, como por exemplo, corrupção, enriquecimento quer de alguns grupos económicos, como as grandes empresas e a banca, de políticos logo que chegam ao governo ou quando saem desses cargos, muitos ao terminar os seus mandatos vão para gestores de determinadas empresas, usufruindo vencimentos chorudos ao fim do mês. Quanto à criminalidade, são da opinião que os prevaricadores ao serem apanhados, depois de interrogados, saem para a rua, como nada tivesse acontecido.
É por isso que muitos são da opinião que devíamos ter o Salazar outra vez a mandar para ver se o país ia ao lugar.
Mesmos que as nossas democracias do ocidente Europeu, reconhecidas como as mais desenvolvidas do mundo, têm servido como referência e influencia para muitos países, como foi para certos países do leste Europeu, que deixaram de fazer parte do bloco soviético, e se juntaram ao país da União Europeia, a que nós pertencemos. Se apontamos determinados problemas nas nossas democracias, pior acontece nos países que ainda estão a ser governados por um só partido, só que os problemas que se vive no dia-a-dia na nação, não são tão divulgados, muitas vezes não vem para a comunicação social. Finge-se que no país está tudo bem.
Foi o que aconteceu, em Portugal, quando tivemos a ser governado por uma Ditadura do tipo fascista em que esse partido totalitário, esteve no poder cerca de cinquenta anos.
Viu-se de um dia para o outro, com a conquista da liberdade e a consolidação da democracia, constituíram-se, só por si, melhorias valiosas de vida dos portugueses, a partir de 1974. Foi, por exemplo, a criação do serviço nacional de saúde, desenvolveu-se as prestações de assistência médica e medicamentos. O número de médicos por habitante quase triplicou até 1990. A esperança média de vida à nascença aumentou. Na educação, não tinha recebido suficiente atenção durante esse período. Por isso, em 1970, Portugal encontrava-se, ainda na situação, pouco invejável e única na Europa, cerca de um terço da sua população não sabia ler e escrever. Foram atribuídas pela primeira vez pensões de sobrevivência. Não havia liberdade de expressão, escondia-se a miséria que vivia a população, tanto para dentro do país como para o estrangeiro, etc.
Algumas pessoas quando dizem que a nossa democracia está um pouco debilitada, pessoalmente pensam que em parte tem alguma razão. Mas nós como cidadãos de uma comunidade também podemos ter um pouco de culpa, porque muitos de nós poderíamos participar mais nos problemas do nosso país, como sociedade civil, assim estávamos a exercer pressão sob a administração pública, não nos podemos reduzir ao papel democrático de só exercer o voto. A democracia participativa é considerada como um modelo de justificação do exercício do poder politica pautado no debate público entre cidadãos livres e em condições iguais de participação. Em que a legitimidade das decisões políticas advém de processos de discussão que, que orientados pelo principio da inclusão, do pluralismo, da igualdade participativa, da autonomia e da justiça social, conferem um reordenamento na lógica do poder politico tradicional.
Um exemplo de democracia participativa será o orçamento participativo que tem o intuito de submeter o destino de parte dos recursos públicos à consulta pública, através de reuniões comunitárias abertas aos cidadãos, onde primeiro são colectadas propostas, depois votadas as prioridades, e encaminhadas ao governo para que ele atenda a solicitação através de investimento público.
Para que os cidadãos possam participar livremente numa democracia é essencial que o seu país viva num Estado de direito democrático em que os seus princípios se baseiam na Soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas e no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais.
A moderna noção de democracia desenvolveu-se durante todo o século XIX e afirmou-se no século XX está ligada ao ideal de participação popular, que remonta aos gregos, mas que se enriqueceu com as contribuições da Revolução Francesa, do Governo Representativo Liberal inglês e, finalmente, da Revolução Americana, que foram experiencias de libertação do Homem e afirmação da sua autonomia.
Quando os cidadãos têm a faculdade de participar na vida política do seu país, estão a contribuir para a realização da democracia económica, social e cultural. É certo que de uma forma indirecta, através do seu voto por sufrágio universal, esta a maneira que permite escolher o partido que melhor programa eleitoral apresentou aos eleitorados antes das eleições a aquele que se pensa que pode concretizar as aspirações que cada um deseja, para o seu bem-estar.
Esta é a melhor forma de aproximar o poder político ao cidadão, quer seja para a eleição de um partido, presidente da República ou para outro cargo político. E poder o povo certificar, se as promessas estão a ser ou não cumpridas.
Por vezes aparecem criticas de descontentamento, talvez se deva a que a opinião do povo só é consultada uma vez em cada quatro anos. E após esses representantes serem eleitos, por vezes parecem agir como bem entendem, até à próxima eleição. Por isso, ficam desapontados, e apontam falhas à democracia, mas de qualquer maneira, nunca é tão grave, como se estivéssemos a ser governados por um partido totalitário, porque os diversos partidos que estão representados na assembleia da república, procuram cada um deles fazer o melhor em prol da imagem que querem transmitir, de maneira competente e responsável, para não perderem nos próximos mandatos os seus eleitores.
Há pessoas, hoje em dia, que parece a não se rever muito nos valores que a democracia trouxe às sociedades contemporâneas, em que apontam algumas fraquezas, quando a comunicação social
tráz ao conhecimento da opinião pública certos acontecimentos que levam a fazer uma desapreciarão negativa de determinados factos apresentados, como por exemplo, corrupção, enriquecimento quer de alguns grupos económicos, como as grandes empresas e a banca, de políticos logo que chegam ao governo ou quando saem desses cargos, muitos ao terminar os seus mandatos vão para gestores de determinadas empresas, usufruindo vencimentos chorudos ao fim do mês. Quanto à criminalidade, são da opinião que os prevaricadores ao serem apanhados, depois de interrogados, saem para a rua, como nada tivesse acontecido.
É por isso que muitos são da opinião que devíamos ter o Salazar outra vez a mandar para ver se o país ia ao lugar.
Mesmos que as nossas democracias do ocidente Europeu, reconhecidas como as mais desenvolvidas do mundo, têm servido como referência e influencia para muitos países, como foi para certos países do leste Europeu, que deixaram de fazer parte do bloco soviético, e se juntaram ao país da União Europeia, a que nós pertencemos. Se apontamos determinados problemas nas nossas democracias, pior acontece nos países que ainda estão a ser governados por um só partido, só que os problemas que se vive no dia-a-dia na nação, não são tão divulgados, muitas vezes não vem para a comunicação social. Finge-se que no país está tudo bem.
Foi o que aconteceu, em Portugal, quando tivemos a ser governado por uma Ditadura do tipo fascista em que esse partido totalitário, esteve no poder cerca de cinquenta anos.
Viu-se de um dia para o outro, com a conquista da liberdade e a consolidação da democracia, constituíram-se, só por si, melhorias valiosas de vida dos portugueses, a partir de 1974. Foi, por exemplo, a criação do serviço nacional de saúde, desenvolveu-se as prestações de assistência médica e medicamentos. O número de médicos por habitante quase triplicou até 1990. A esperança média de vida à nascença aumentou. Na educação, não tinha recebido suficiente atenção durante esse período. Por isso, em 1970, Portugal encontrava-se, ainda na situação, pouco invejável e única na Europa, cerca de um terço da sua população não sabia ler e escrever. Foram atribuídas pela primeira vez pensões de sobrevivência. Não havia liberdade de expressão, escondia-se a miséria que vivia a população, tanto para dentro do país como para o estrangeiro, etc.
Algumas pessoas quando dizem que a nossa democracia está um pouco debilitada, pessoalmente pensam que em parte tem alguma razão. Mas nós como cidadãos de uma comunidade também podemos ter um pouco de culpa, porque muitos de nós poderíamos participar mais nos problemas do nosso país, como sociedade civil, assim estávamos a exercer pressão sob a administração pública, não nos podemos reduzir ao papel democrático de só exercer o voto. A democracia participativa é considerada como um modelo de justificação do exercício do poder politica pautado no debate público entre cidadãos livres e em condições iguais de participação. Em que a legitimidade das decisões políticas advém de processos de discussão que, que orientados pelo principio da inclusão, do pluralismo, da igualdade participativa, da autonomia e da justiça social, conferem um reordenamento na lógica do poder politico tradicional.
Um exemplo de democracia participativa será o orçamento participativo que tem o intuito de submeter o destino de parte dos recursos públicos à consulta pública, através de reuniões comunitárias abertas aos cidadãos, onde primeiro são colectadas propostas, depois votadas as prioridades, e encaminhadas ao governo para que ele atenda a solicitação através de investimento público.
Cidadania e profissionalidade 2

Mulher Famosa
Maria Eva Duarte de Perón, conhecida como Evita, província de Buenos Aires, 7 de Maio de 1919- Buenos Aires Capital da Argentina. Tornou-se primeira-dama da Argentina quando o general Juan Domingos Perón foi eleito presidente.
Maria Eva Duarte, nasceu pobre, viveu com bastante dificuldade principalmente durante toda a sua infância, o apoio que teve nesse período, foi praticamente de sua mãe, também não lhe podia dar muito, porque os seus recursos eram poucos a sua profissão era costureira, tinha a seu cargo para além de Eva mais cinco filhos. Ainda por cima era amante de um homem, que tinha outra família, legítima, com mais seis filhos. Eva viu ainda a situação mais agravada quando seu pai registou todos os filhos bastardos que teve com a sua mãe, com excepção dela. Muitos historiadores relacionam esse fato, como uma grande frustração que ela sentiu por esses condicionantes psicológicos que a levaram a buscar afirmação e sucesso na vida. Depois da morte de seu pai. A sua mãe parte com ela os seus irmãos, para a cidade de Junin, uma cidade da província de Buenos Aires, para fugir das humilhações da condição de amante. Eva, estava com 11 anos nessa altura. Na nova escola sentiu o mesmo preconceito que tinham sobre ela por ser filha ilegítima sentia-se desprezada por todos, os colegas de escola, estes não tinham a permissão de a acarinhar, devido a sua origem. Enquanto as suas irmãs progrediam bem socialmente. Não foi pelas coisas negativas que passou que estava passar se deixou ir abaixo, ela dizia para ela própria que ainda iria ter sucesso, que ainda havia de casar com um príncipe ou um Presidente.
Eva, sonhava em ser artista, uma estrela do teatro ou do cinema, sentia uma verdadeira paixão por uma actriz norte-americana, que era o modelo de mulher e de artista desde a sua infância. Assistia dezenas de vezes nos filmes no cinema na sua cidade e jurava para ela, que ainda iria ter uma casa com telefones brancos e lençóis de cetim, como a sua actriz preferida, tinha nos filmes.
Eva decidiu tentar a vida no mundo do espectáculo.
Aos 15 anos, de 1935, ela partiu para a capital, Buenos Aires, com o seu irmão, Apelidada de "Paris da América do Sul", a cidade tinha sido arruinada pela crise mundial de 1929-30 e dependia das exportações de carne e de trigo, Eva, pálida e morena, batia incansavelmente às portas dos teatros. Seu único trunfo, a obstinação ela não tinha grande coisa a oferecer. Sem real talento artístico nem extraordinária beleza, ela era ignorada, as humilhações que viveu, somaram-se outras. Histórias bastante banais: directores que exerciam a sedução, amantes de algumas horas. A mãe e as irmãs, que lhe suplicavam a volta para casa, ela respondia sempre da seguinte maneira “Primeiro, a celebridade”.
Passado de um ano estreou-se no primeiro filme, com um papel secundário, graças ainda à custa do dono da revista. Deu a conhecer ao mundo artístico argentino a total falta de talento para a carreira de actriz no cinema.
Mas foi na relação com este mundo que ela teve a grande oportunidade de conhecer um coronel chamado Juan, que exercia o papel de vice presidente da República e Ministro da Guerra e Chefe da Secretaria de Trabalho e Provisões, que na altura organizou em Buenos Aires, um evento artístico para angariar fundos para as vítimas de um terramoto.
Eva, que nessa época já tinha um programa de rádio onde declamava versos, participava de rádio-novelas e falava sobre a biografia de mulheres famosas, foi ao evento acompanhada de uma amiga com quem dividia um quarto. No evento Eva se aproveitou de um ligeiro descuido de uma outra actriz principiante que se sentava ao lado do Coronel na primeira fila de cadeiras. Ela precisou de se levantar e Eva sentou-se ao lado da cadeira, onde o vice-presidente se encontrava.
Encantada por ter ao seu lado um homem charmoso envergando um uniforme militar branco, ficando um pouco trémula, mas muito segura de si mesmo para ter a coragem de lhe dizer a seguinte frase que provavelmente tenha servido para mudar a história da Argentina, para os futuros 40 anos:"-Coronel, obrigada por existir.”
Em 1944 conheceu Juan Domingos Perón, No ano seguinte, Perón foi preso por militares descontentes com sua política, voltada para a obtenção de benefícios para os trabalhadores. Evita, então apenas a actriz Eva Duarte, organizou comícios populares que forçaram as autoridades a libertá-lo. Pouco depois se casou com Perón, que se elegeu presidente em 1996.
Famosa por sua elegância e seu carisma, Evita conquista para o peronismo o apoio da população pobre, na maioria migrantes de origem rural a quem ela chamava de "descamisados".
O mais impressionante na história da vida de Eva foi o caminho meteórico que ela percorreu na vida pública. Entre a total obscuridade ao mais absoluto resplendor pessoal e político da vida e em seguida a morte, tudo ocorreu em apenas 7 anos. Nesse curto período ela saiu do anonimato para se tornar uma das mulheres mais importantes e poderosas do mundo. Na breve existência (morreu aos 33 anos de idade) há muitos mistérios, muitos fatos obscuros mas há principalmente uma personalidade tragicamente marcante.
Em determinado momento, fruto de criação da actriz Eva Duarte, surgiu a personagem "Evita". A própria Eva tinha consciência da existência autónoma de sua personagem, que ela transformou quase numa segunda personalidade. Assim Eva Péron se refere a Evita:
Valendo-se do seu carisma sexual, Evita mantinha controle sobre uma rede de homens em postos estratégicos no regime de seu marido. E castrou, direta ou indiretamente, muitos revoltosos. Os adversários eram torturados com choques elétricos nos genitais, que os deixavam impotentes. Ela também assumiu a responsabilidade direta pela castração de líderes rebeldes…
Morreu aos 33 anos, de Câncer Uterino. Embalsamado, seu corpo ficou exposto à visitação pública até ao dia em que o golpe de estado derrubou Perón em1995, seu cadáver foi roubado e enterrado em Milão, Itália. Dezasseis anos mais tarde, em 1971, o corpo foi exumado e transladado para Espanha. Ali foi entregue ao ex-presidente Perón, que vivia exilado em Madrid. Para muitos, Eva Perón foi, na verdade, a única voz retumbante no coração do povo pobre e trabalhador da Argentina; foi, para os miseráveis, a única referência confiável e capaz de unir, se quisesse, com um gesto apenas, todas as vontades em uma só, todas as vozes em uma só, a voz do povo explorado e espoliando pela classe rica e insensível às suas necessidades mais elementares. Para esses adoradores, este milagre, só Evita conseguiu operar.
Maria Eva Duarte de Perón, conhecida como Evita, província de Buenos Aires, 7 de Maio de 1919- Buenos Aires Capital da Argentina. Tornou-se primeira-dama da Argentina quando o general Juan Domingos Perón foi eleito presidente.
Maria Eva Duarte, nasceu pobre, viveu com bastante dificuldade principalmente durante toda a sua infância, o apoio que teve nesse período, foi praticamente de sua mãe, também não lhe podia dar muito, porque os seus recursos eram poucos a sua profissão era costureira, tinha a seu cargo para além de Eva mais cinco filhos. Ainda por cima era amante de um homem, que tinha outra família, legítima, com mais seis filhos. Eva viu ainda a situação mais agravada quando seu pai registou todos os filhos bastardos que teve com a sua mãe, com excepção dela. Muitos historiadores relacionam esse fato, como uma grande frustração que ela sentiu por esses condicionantes psicológicos que a levaram a buscar afirmação e sucesso na vida. Depois da morte de seu pai. A sua mãe parte com ela os seus irmãos, para a cidade de Junin, uma cidade da província de Buenos Aires, para fugir das humilhações da condição de amante. Eva, estava com 11 anos nessa altura. Na nova escola sentiu o mesmo preconceito que tinham sobre ela por ser filha ilegítima sentia-se desprezada por todos, os colegas de escola, estes não tinham a permissão de a acarinhar, devido a sua origem. Enquanto as suas irmãs progrediam bem socialmente. Não foi pelas coisas negativas que passou que estava passar se deixou ir abaixo, ela dizia para ela própria que ainda iria ter sucesso, que ainda havia de casar com um príncipe ou um Presidente.
Eva, sonhava em ser artista, uma estrela do teatro ou do cinema, sentia uma verdadeira paixão por uma actriz norte-americana, que era o modelo de mulher e de artista desde a sua infância. Assistia dezenas de vezes nos filmes no cinema na sua cidade e jurava para ela, que ainda iria ter uma casa com telefones brancos e lençóis de cetim, como a sua actriz preferida, tinha nos filmes.
Eva decidiu tentar a vida no mundo do espectáculo.
Aos 15 anos, de 1935, ela partiu para a capital, Buenos Aires, com o seu irmão, Apelidada de "Paris da América do Sul", a cidade tinha sido arruinada pela crise mundial de 1929-30 e dependia das exportações de carne e de trigo, Eva, pálida e morena, batia incansavelmente às portas dos teatros. Seu único trunfo, a obstinação ela não tinha grande coisa a oferecer. Sem real talento artístico nem extraordinária beleza, ela era ignorada, as humilhações que viveu, somaram-se outras. Histórias bastante banais: directores que exerciam a sedução, amantes de algumas horas. A mãe e as irmãs, que lhe suplicavam a volta para casa, ela respondia sempre da seguinte maneira “Primeiro, a celebridade”.
Passado de um ano estreou-se no primeiro filme, com um papel secundário, graças ainda à custa do dono da revista. Deu a conhecer ao mundo artístico argentino a total falta de talento para a carreira de actriz no cinema.
Mas foi na relação com este mundo que ela teve a grande oportunidade de conhecer um coronel chamado Juan, que exercia o papel de vice presidente da República e Ministro da Guerra e Chefe da Secretaria de Trabalho e Provisões, que na altura organizou em Buenos Aires, um evento artístico para angariar fundos para as vítimas de um terramoto.
Eva, que nessa época já tinha um programa de rádio onde declamava versos, participava de rádio-novelas e falava sobre a biografia de mulheres famosas, foi ao evento acompanhada de uma amiga com quem dividia um quarto. No evento Eva se aproveitou de um ligeiro descuido de uma outra actriz principiante que se sentava ao lado do Coronel na primeira fila de cadeiras. Ela precisou de se levantar e Eva sentou-se ao lado da cadeira, onde o vice-presidente se encontrava.
Encantada por ter ao seu lado um homem charmoso envergando um uniforme militar branco, ficando um pouco trémula, mas muito segura de si mesmo para ter a coragem de lhe dizer a seguinte frase que provavelmente tenha servido para mudar a história da Argentina, para os futuros 40 anos:"-Coronel, obrigada por existir.”
Em 1944 conheceu Juan Domingos Perón, No ano seguinte, Perón foi preso por militares descontentes com sua política, voltada para a obtenção de benefícios para os trabalhadores. Evita, então apenas a actriz Eva Duarte, organizou comícios populares que forçaram as autoridades a libertá-lo. Pouco depois se casou com Perón, que se elegeu presidente em 1996.
Famosa por sua elegância e seu carisma, Evita conquista para o peronismo o apoio da população pobre, na maioria migrantes de origem rural a quem ela chamava de "descamisados".
O mais impressionante na história da vida de Eva foi o caminho meteórico que ela percorreu na vida pública. Entre a total obscuridade ao mais absoluto resplendor pessoal e político da vida e em seguida a morte, tudo ocorreu em apenas 7 anos. Nesse curto período ela saiu do anonimato para se tornar uma das mulheres mais importantes e poderosas do mundo. Na breve existência (morreu aos 33 anos de idade) há muitos mistérios, muitos fatos obscuros mas há principalmente uma personalidade tragicamente marcante.
Em determinado momento, fruto de criação da actriz Eva Duarte, surgiu a personagem "Evita". A própria Eva tinha consciência da existência autónoma de sua personagem, que ela transformou quase numa segunda personalidade. Assim Eva Péron se refere a Evita:
Valendo-se do seu carisma sexual, Evita mantinha controle sobre uma rede de homens em postos estratégicos no regime de seu marido. E castrou, direta ou indiretamente, muitos revoltosos. Os adversários eram torturados com choques elétricos nos genitais, que os deixavam impotentes. Ela também assumiu a responsabilidade direta pela castração de líderes rebeldes…
Morreu aos 33 anos, de Câncer Uterino. Embalsamado, seu corpo ficou exposto à visitação pública até ao dia em que o golpe de estado derrubou Perón em1995, seu cadáver foi roubado e enterrado em Milão, Itália. Dezasseis anos mais tarde, em 1971, o corpo foi exumado e transladado para Espanha. Ali foi entregue ao ex-presidente Perón, que vivia exilado em Madrid. Para muitos, Eva Perón foi, na verdade, a única voz retumbante no coração do povo pobre e trabalhador da Argentina; foi, para os miseráveis, a única referência confiável e capaz de unir, se quisesse, com um gesto apenas, todas as vontades em uma só, todas as vozes em uma só, a voz do povo explorado e espoliando pela classe rica e insensível às suas necessidades mais elementares. Para esses adoradores, este milagre, só Evita conseguiu operar.
STC 2 Orçamento e Impostos - Tecnologia Tipo III
Poupanças e investimento mais institucionais.
As contas poupança-habitação permitem reduzir em metade os emolumentos dos actos registais respeitantes e notariais respeitantes à aquisição de habitação própria e permanente. No entanto, não há quaisquer descontos no registo provisório de hipoteca nem na escritura do mútuo. A lei refere ainda a existência ainda de um regime de prioridade e urgência gratuita para a realização dos actos. Contudo, este regime nem sempre funciona, já que depende da capacidade de resposta das actividades das conservatórias e dos cartórios notariais.
Outras vantagens destas contas são o facto de estarem isentos do imposto sobre as sucessões e doações, no caso das transmissões por morte a favor do cônjuge e dos filhos. A isenção abrange também os filhos adoptados em regime de adopção plena, que tem os mesmos direitos que os filhos biológicos. Contudo, é necessário que o saldo venha ser utilizado para os fins previstos na lei. Caso contrário, a isenção ficará sem efeito e ser forçoso pagar o referido imposto, acedido, de eventuais juros. Em caso de morte do titular ou de um dos progenitores de um titular menor, o saldo das contas poupança-habitação pode ser parcial ou totalmente levantado. Os benefícios não se perdem em termos de rendimento da conta. Além disso, as deduções efectuadas e no IRS, não são devolvidas ao fisco.
As contas poupança-habitação permitem reduzir em metade os emolumentos dos actos registais respeitantes e notariais respeitantes à aquisição de habitação própria e permanente. No entanto, não há quaisquer descontos no registo provisório de hipoteca nem na escritura do mútuo. A lei refere ainda a existência ainda de um regime de prioridade e urgência gratuita para a realização dos actos. Contudo, este regime nem sempre funciona, já que depende da capacidade de resposta das actividades das conservatórias e dos cartórios notariais.
Outras vantagens destas contas são o facto de estarem isentos do imposto sobre as sucessões e doações, no caso das transmissões por morte a favor do cônjuge e dos filhos. A isenção abrange também os filhos adoptados em regime de adopção plena, que tem os mesmos direitos que os filhos biológicos. Contudo, é necessário que o saldo venha ser utilizado para os fins previstos na lei. Caso contrário, a isenção ficará sem efeito e ser forçoso pagar o referido imposto, acedido, de eventuais juros. Em caso de morte do titular ou de um dos progenitores de um titular menor, o saldo das contas poupança-habitação pode ser parcial ou totalmente levantado. Os benefícios não se perdem em termos de rendimento da conta. Além disso, as deduções efectuadas e no IRS, não são devolvidas ao fisco.
As contas poupança-habitação permitem reduzir em metade os emolumentos dos actos registais respeitantes e notariais respeitantes à aquisição de habitação própria e permanente. No entanto, não há quaisquer descontos no registo provisório de hipoteca nem na escritura do mútuo. A lei refere ainda a existência ainda de um regime de prioridade e urgência gratuita para a realização dos actos. Contudo, este regime nem sempre funciona, já que depende da capacidade de resposta das actividades das conservatórias e dos cartórios notariais.
Outras vantagens destas contas são o facto de estarem isentos do imposto sobre as sucessões e doações, no caso das transmissões por morte a favor do cônjuge e dos filhos. A isenção abrange também os filhos adoptados em regime de adopção plena, que tem os mesmos direitos que os filhos biológicos. Contudo, é necessário que o saldo venha ser utilizado para os fins previstos na lei. Caso contrário, a isenção ficará sem efeito e ser forçoso pagar o referido imposto, acedido, de eventuais juros. Em caso de morte do titular ou de um dos progenitores de um titular menor, o saldo das contas poupança-habitação pode ser parcial ou totalmente levantado. Os benefícios não se perdem em termos de rendimento da conta. Além disso, as deduções efectuadas e no IRS, não são devolvidas ao fisco.
As contas poupança-habitação permitem reduzir em metade os emolumentos dos actos registais respeitantes e notariais respeitantes à aquisição de habitação própria e permanente. No entanto, não há quaisquer descontos no registo provisório de hipoteca nem na escritura do mútuo. A lei refere ainda a existência ainda de um regime de prioridade e urgência gratuita para a realização dos actos. Contudo, este regime nem sempre funciona, já que depende da capacidade de resposta das actividades das conservatórias e dos cartórios notariais.
Outras vantagens destas contas são o facto de estarem isentos do imposto sobre as sucessões e doações, no caso das transmissões por morte a favor do cônjuge e dos filhos. A isenção abrange também os filhos adoptados em regime de adopção plena, que tem os mesmos direitos que os filhos biológicos. Contudo, é necessário que o saldo venha ser utilizado para os fins previstos na lei. Caso contrário, a isenção ficará sem efeito e ser forçoso pagar o referido imposto, acedido, de eventuais juros. Em caso de morte do titular ou de um dos progenitores de um titular menor, o saldo das contas poupança-habitação pode ser parcial ou totalmente levantado. Os benefícios não se perdem em termos de rendimento da conta. Além disso, as deduções efectuadas e no IRS, não são devolvidas ao fisco.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)