As rotundas quando comparadas com outro tipo de cruzamento tradicional de nível, apresentam uma forma de funcionamento extremamente simples e facilmente percebido pelos condutores menos habituais.
A obrigatoriedade de cedência de passagem imposta aos movimentos de entrada e a imposição de deflexões adequadas aos movimentos de atravessamento, contribuem significativamente para a redução e homogenação dos espectros de velocidade dos diferentes utentes.
O tipo de regulação vigente induz a pratica de condução cordiais e harmoniosas as quais estão associadas baixas taxas de sinistralidade e a qual inexistência de acidentes com fatalidade.
Comparativamente aos cruzamentos prioritários, a redução do nível de sinistralidade deve-se fundamentalmente à organização dos fluxos de tráfico num sentido único de circulação o qual traduz numa redução significativa do número de pontos de conflito na eliminação dos conflitos secundastes “em cruz” aos quais estão associados os acidentes mais graves por outro lado, a natural tendência de redução de velocidade durante a entrada e atravessamento revestem-se numa diminuição significativa do número e da gravidade dos acidentes. Este perfil padrão está associado a uma maior receptividade, por parte do condutor, para a cedência de passagem, quer a entrada da rotunda quer relativamente aos atravessamentos pedonais formais.
Do ponto de vista da fluidez de trânsito, as rotundas podem estar associadas a elevados níveis de capacidade como reflexo quer do baixo número de pontos de conflito quer das reduzidas velocidades praticadas.
A moderação das velocidades durante a entrada e atravessamento das rotundas associadas á significação dos pontos de conflito resultam também habitualmente na aceitação de “intervalos críticos” de menor duração o que produz num aumento directo da capacidade das entradas e na diminuição das respectivas demoras médias.
As rotundas adaptam-se quer as zonas urbanas quer inter-urbanas.
Em zonas urbanas as rotundas asseguram bons níveis capacidade e de segurança embora o nível de desempenho dependa consideravelmente das características e condições de circulação locais. E o caso da forte presença de utentes mais vulneráveis, peões ou ciclistas, cuja defesa pode justificar a toma da de medidas especificas ou mesmo a recurso a controlos semáforos.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
O sistema Rodoviário (Tecnologia - Tipo I)
A transmissão de informações pertinentes ao condutor, antecipadamente contribui para melhorar a segurança rodoviária. Neste contexto de desenvolvimento da "estrada inteligente", a entrada em funcionamento do sistema europeu de posicionamento por satélite Galileu a partir de 2008, permitirá o desenvolvimento de sistema de navegação e orientação, a informação sobre o estado da circulação ou o seguimento de veículos que transportem mercadorias perigosas.
-A partir de de 2005, estão disponíveis radares de curto alcance para automóveis capazes de detectar os perigos de colisão e de desencadear automaticamente o sistema de travagem. Para os radares de curto alcance, estará doravante disponível uma gama de frequências especial, que cobre o território da UE. Estão actualmente em fase de desenvolvimento outras aplicações úteis, nomeadamente sistemas de transmissão sem fios de dados de elevada capacidade ou de localização de vítimas em caso de emergência.
Sistemas de vigilância
A instalação e utilização de sistemas de vigilância electrónica, por meio de câmaras digitais de vídeo ou fotografias, de sistemas de localização e de sistemas de fiscalização electrónica da velocidade (sistemas de vigilância electrónica rodoviária, para captação e gravação de dados e seu posterior tratamento.
Os sistemas de vigilância electrónica rodoviária e os sistemas de informação de acidentes e incidentes visam unicamente, a protecção e segurança das pessoas e bens, públicas ou privado, no que respeita à circulação rodoviária, no controlo e monitorização do tráfego rodoviário.
No âmbito da utilização dos sistemas de informação de acidentes e incidentes, podem ser tratados os seguintes dados:
-imagem
-a detecção e prevenção de acidentes.
-A prestação de assistência rodoviária
-dados de identificação e contactos das pessoas envolvidas e dos veículos
-local, data, hora do acidente ou incidente
As forças de segurança acedem aos sistemas de vigilância electrónica rodoviária e aos sistemas de informação de acidentes e incidentes.
Direcção Geral de Viação
-Entidades com competência legal para prestar assistência em caso de emergência e socorro
Sinalização das vias rodoviárias
O aumento da idade média dos condutores e dos volumes de tráfego, com os consequentes problemas de menor capacidade de visão e a necessidade duma rápida descodificação das mensagens, faz com que a Sinalização Vertical seja fulcral para a Segurança dos condutores.A utilização de telas retro reflectoras de maior performance, nomeadamente as de Nível III que possam dalgum forma colmatar estas especificidades, especialmente à noite e com chuva. Contribui activamente para a melhoria da qualidade da sinalização vertical e para os objectivos colectivos da redução da sinistralidade em Portugal.
-Durante a noite, em que a eficácia do olho humano é 1/20 da visão diurna, o condutor vê muito melhor as Marcas Rodoviárias do que a própria estrada.O aumento da segurança rodoviária é uma das prioridades fundamentais na concepção das políticas de actuação na rede viária, dado que contribui decisivamente para reduzir a sinistralidade que comporta um altíssimo custo em vidas humanas e danos materiais.As marcas rodoviárias são sem dúvida um dos factores que mais contribui para a Segurança rodoviária, tendo como principais objectivos:
Delimitar vias de circulação
Separar sentidos de circulação
Indicar os limites do pavimento
Delimitar zonas mortas (onde não se circula)
Complementar a sinalização vertical
Regular a circulação (estacionamento, ultrapassagem)
-As guardas quer metálicas quer mistas quer em betão, são equipamentos indispensáveis à segurança duma estrada. Pelo seu efeito de amortecimento e contenção evitam despistes e colisões que poderiam causar graves consequências.
-A partir de de 2005, estão disponíveis radares de curto alcance para automóveis capazes de detectar os perigos de colisão e de desencadear automaticamente o sistema de travagem. Para os radares de curto alcance, estará doravante disponível uma gama de frequências especial, que cobre o território da UE. Estão actualmente em fase de desenvolvimento outras aplicações úteis, nomeadamente sistemas de transmissão sem fios de dados de elevada capacidade ou de localização de vítimas em caso de emergência.
Sistemas de vigilância
A instalação e utilização de sistemas de vigilância electrónica, por meio de câmaras digitais de vídeo ou fotografias, de sistemas de localização e de sistemas de fiscalização electrónica da velocidade (sistemas de vigilância electrónica rodoviária, para captação e gravação de dados e seu posterior tratamento.
Os sistemas de vigilância electrónica rodoviária e os sistemas de informação de acidentes e incidentes visam unicamente, a protecção e segurança das pessoas e bens, públicas ou privado, no que respeita à circulação rodoviária, no controlo e monitorização do tráfego rodoviário.
No âmbito da utilização dos sistemas de informação de acidentes e incidentes, podem ser tratados os seguintes dados:
-imagem
-a detecção e prevenção de acidentes.
-A prestação de assistência rodoviária
-dados de identificação e contactos das pessoas envolvidas e dos veículos
-local, data, hora do acidente ou incidente
As forças de segurança acedem aos sistemas de vigilância electrónica rodoviária e aos sistemas de informação de acidentes e incidentes.
Direcção Geral de Viação
-Entidades com competência legal para prestar assistência em caso de emergência e socorro
Sinalização das vias rodoviárias
O aumento da idade média dos condutores e dos volumes de tráfego, com os consequentes problemas de menor capacidade de visão e a necessidade duma rápida descodificação das mensagens, faz com que a Sinalização Vertical seja fulcral para a Segurança dos condutores.A utilização de telas retro reflectoras de maior performance, nomeadamente as de Nível III que possam dalgum forma colmatar estas especificidades, especialmente à noite e com chuva. Contribui activamente para a melhoria da qualidade da sinalização vertical e para os objectivos colectivos da redução da sinistralidade em Portugal.
-Durante a noite, em que a eficácia do olho humano é 1/20 da visão diurna, o condutor vê muito melhor as Marcas Rodoviárias do que a própria estrada.O aumento da segurança rodoviária é uma das prioridades fundamentais na concepção das políticas de actuação na rede viária, dado que contribui decisivamente para reduzir a sinistralidade que comporta um altíssimo custo em vidas humanas e danos materiais.As marcas rodoviárias são sem dúvida um dos factores que mais contribui para a Segurança rodoviária, tendo como principais objectivos:
Delimitar vias de circulação
Separar sentidos de circulação
Indicar os limites do pavimento
Delimitar zonas mortas (onde não se circula)
Complementar a sinalização vertical
Regular a circulação (estacionamento, ultrapassagem)
-As guardas quer metálicas quer mistas quer em betão, são equipamentos indispensáveis à segurança duma estrada. Pelo seu efeito de amortecimento e contenção evitam despistes e colisões que poderiam causar graves consequências.
O sistema Rodoviário (Sociedade -Tipo III)
O desenvolvimento da rede viária contribuiu para modificar a densidade e a aglomeração da população no território. Enquanto, há uns anos atrás a população, quer habita-se na aldeia, vila ou cidade, a sua distribuição, dispunha-se normalmente em volta da parte central desse povoado. O crescimento partia do centro para a periferia. Pode-se dizer-se que os “centros atraiam as partes periféricas”. Havia enormes vantagens das pessoas, residirem perto dos centros. A rede de transportes públicos eram mais acessíveis e regulares do que, fora dela. Os vários tipos de serviços também se centravam aí, como o comércio, a indústria etc.
Com o aparecimento do automóvel e a sua expansão, e como consequência disso foram criadas mais e melhores infra estruturas rodoviárias, que levou as pessoas a preferir viver fora dos centros populacionais dispersando-se ao correr desses eixos viários, começando a aparecer povoamentos dispersos e novos aglomerados habitacionais, dando por vezes origem, também a novos centros urbanos, principalmente nas redondezas das grandes metrópoles, Lisboa e Porto.
O principal responsável da alteração desse crescimento deve-se em parte ao uso cada vez mais acessível do automóvel por parte das famílias portuguesas. Agora deixavam de estar tão dependentes das condições que usufruíam, quando residiam, perto desses epicentros habitacionais. Passando, agora a ter aqui, também melhores condições de vida, livre da poluição quer sonora ou de fumos provenientes das indústrias, automóveis, etc.
Com o aparecimento do automóvel e a sua expansão, e como consequência disso foram criadas mais e melhores infra estruturas rodoviárias, que levou as pessoas a preferir viver fora dos centros populacionais dispersando-se ao correr desses eixos viários, começando a aparecer povoamentos dispersos e novos aglomerados habitacionais, dando por vezes origem, também a novos centros urbanos, principalmente nas redondezas das grandes metrópoles, Lisboa e Porto.
O principal responsável da alteração desse crescimento deve-se em parte ao uso cada vez mais acessível do automóvel por parte das famílias portuguesas. Agora deixavam de estar tão dependentes das condições que usufruíam, quando residiam, perto desses epicentros habitacionais. Passando, agora a ter aqui, também melhores condições de vida, livre da poluição quer sonora ou de fumos provenientes das indústrias, automóveis, etc.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
AS OBRAS (Tecnologia tipo-I)
Materiais artificiais não sintéticos
Os mais utilizados na construção actualmente são os materiais cerâmicos, os aglomerados, alguns metais e ligas e também o vidro.
Materiais cerâmicos
Os Materiais cerâmicos são os que se fabricam a partir da mistura de argila com outros componentes: água, corantes e fundentes e que são depois submetidos a um processo de coação a altas temperaturas. Tendo em conta o tipo de argila utilizado e a temperatura de coação, distinguem-se os seguintes materiais cerâmicos;
Terracota: são materiais fabricados à base de terracota, distinguindo-se entre eles as lajes, as telhas e os azulejos.
Grés: os azulejos de grés parecem-se com os azulejos. São, contudo, anis compactos e menos porosos pois são feitos à base de uma argila especial cozida a uma temperatura mais baixa.
Porcelanas: fabricada à base de caulino de caulino, a porcelana é cozida a mais de 1.000 graus e revestida de uma camada de esmalte.
Refractários: produtos capazes de resistir a temperaturas altíssimas sem sofrer alterações devido à sua baixa condutividade térmica.
Materiais aglutinantes
Os materiais aglutinantes mais utilizados são a cal, o gesso e o cimento. Existem dois tipos de cal: a cal viva e a cal hidratada.
O gesso é obtido através da desidratação da pedra de gesso e o cimento mediante a coação de uma mistura de pedra britânica, argila e diversos aditivos segundo o tipo de cimento desejado.
Os produtos aglutinantes mais utilizados na actualidade:
Morteiro: obtido a partir da mistura de aglutinante, cimento ou cal, água e areia. Acabando por endurecer em contacto com o ar e adere aos materiais porosos. O morteiro, obtido manualmente ou através de misturadoras mecânicas, classificam-se segundo as suas propriedades e as proporções dos ingredientes que o compõem.
A qualidade dos morteiros pode ser alterada através de diversos produtos químicos, ditos aditivos, para melhorar adequar o aglomerado a determinada situação ou utilização. Entre os produtos aditivos encontram-se os anticongelantes, os acelerantes, os arejantes, etc.
Betão: obtido através da mistura de cimento, água areia e pedra britada, o betão é o material por excelência da construção moderna. Apreciado pela sua durabilidade, resistência à pressão, plasticidade e facilidade em ser transportado e colocado sem perder a homogeneidade.
O betão pode ser de vários tipos.
O arenoso: pobre em cimento e pouco resistente, e o de enchimento, mais comum e mais resistente que o anterior, são dois tipos de betão normalmente utilizados em revestimentos de paredes ou pisos.
Betão Armado. Mais resistente e, por isso, mais utilizado na construção estrutural, constituído por barras de aço imersas em betão de enchimento.
Metais e ligas
Aço: é uma liga de ferro e carbono, um dos metais mais utilizados na construção. Para o betão armado utiliza-se o aço em forma de barras ou fio.
ALUMÍNIO: é outro material utilizado na construção. Leve e resistente á corrosão quando oxidado, o alumínio é sobretudo utilizado em carpintaria de exteriores.
COBRE - Para o revestimento das coberturas, cabos eléctricos e canos é o metal mais utilizado.
Latão - é utilizado em instalações eléctricas e acabamentos de interior.
Materiais plásticos: os plásticos substituem cada vez mais a madeira, a cerâmica e os metais em funções não estruturais. Somais baratos, tem uma menor densidade, são isolantes e resistentes aos ataques químicos e, além disso, são fáceis de trabalhar.
Materiais impermeáveis: a função dos materiais impermeáveis é a de impedir que a humidade exterior penetre no interior e que a interior se expanda mais do que o previsto.
Os produtos impermeáveis mais utilizados:
Os produtos impermeáveis mais utilizados são as tintas termoplásticas ou betuminosas, as telas asfálticas, telas de PVC, materiais argilosos, e nos acabamentos das juntas, diversos tipos de silicone.
Os mais utilizados na construção actualmente são os materiais cerâmicos, os aglomerados, alguns metais e ligas e também o vidro.
Materiais cerâmicos
Os Materiais cerâmicos são os que se fabricam a partir da mistura de argila com outros componentes: água, corantes e fundentes e que são depois submetidos a um processo de coação a altas temperaturas. Tendo em conta o tipo de argila utilizado e a temperatura de coação, distinguem-se os seguintes materiais cerâmicos;
Terracota: são materiais fabricados à base de terracota, distinguindo-se entre eles as lajes, as telhas e os azulejos.
Grés: os azulejos de grés parecem-se com os azulejos. São, contudo, anis compactos e menos porosos pois são feitos à base de uma argila especial cozida a uma temperatura mais baixa.
Porcelanas: fabricada à base de caulino de caulino, a porcelana é cozida a mais de 1.000 graus e revestida de uma camada de esmalte.
Refractários: produtos capazes de resistir a temperaturas altíssimas sem sofrer alterações devido à sua baixa condutividade térmica.
Materiais aglutinantes
Os materiais aglutinantes mais utilizados são a cal, o gesso e o cimento. Existem dois tipos de cal: a cal viva e a cal hidratada.
O gesso é obtido através da desidratação da pedra de gesso e o cimento mediante a coação de uma mistura de pedra britânica, argila e diversos aditivos segundo o tipo de cimento desejado.
Os produtos aglutinantes mais utilizados na actualidade:
Morteiro: obtido a partir da mistura de aglutinante, cimento ou cal, água e areia. Acabando por endurecer em contacto com o ar e adere aos materiais porosos. O morteiro, obtido manualmente ou através de misturadoras mecânicas, classificam-se segundo as suas propriedades e as proporções dos ingredientes que o compõem.
A qualidade dos morteiros pode ser alterada através de diversos produtos químicos, ditos aditivos, para melhorar adequar o aglomerado a determinada situação ou utilização. Entre os produtos aditivos encontram-se os anticongelantes, os acelerantes, os arejantes, etc.
Betão: obtido através da mistura de cimento, água areia e pedra britada, o betão é o material por excelência da construção moderna. Apreciado pela sua durabilidade, resistência à pressão, plasticidade e facilidade em ser transportado e colocado sem perder a homogeneidade.
O betão pode ser de vários tipos.
O arenoso: pobre em cimento e pouco resistente, e o de enchimento, mais comum e mais resistente que o anterior, são dois tipos de betão normalmente utilizados em revestimentos de paredes ou pisos.
Betão Armado. Mais resistente e, por isso, mais utilizado na construção estrutural, constituído por barras de aço imersas em betão de enchimento.
Metais e ligas
Aço: é uma liga de ferro e carbono, um dos metais mais utilizados na construção. Para o betão armado utiliza-se o aço em forma de barras ou fio.
ALUMÍNIO: é outro material utilizado na construção. Leve e resistente á corrosão quando oxidado, o alumínio é sobretudo utilizado em carpintaria de exteriores.
COBRE - Para o revestimento das coberturas, cabos eléctricos e canos é o metal mais utilizado.
Latão - é utilizado em instalações eléctricas e acabamentos de interior.
Materiais plásticos: os plásticos substituem cada vez mais a madeira, a cerâmica e os metais em funções não estruturais. Somais baratos, tem uma menor densidade, são isolantes e resistentes aos ataques químicos e, além disso, são fáceis de trabalhar.
Materiais impermeáveis: a função dos materiais impermeáveis é a de impedir que a humidade exterior penetre no interior e que a interior se expanda mais do que o previsto.
Os produtos impermeáveis mais utilizados:
Os produtos impermeáveis mais utilizados são as tintas termoplásticas ou betuminosas, as telas asfálticas, telas de PVC, materiais argilosos, e nos acabamentos das juntas, diversos tipos de silicone.
As Obras – (Sociedade – Tipo-III)
Processos de realojamento em bairros de construção social
A reabilitação de pessoas deslocadas de determinados Bairros ou pessoas que não tem posses suficientes para comprar casa, nem se quer através de cooperativas. A alternativa, nestes casos, poderá passar pelas habitações sociais e económicas, também designadas de custos controlados. Para a sua construção e aquisição.
O estado concebe benefícios fiscais (isenção ou redução de impostos e taxas) e parafiscais (isenção ou redução de outras custos, como escritura e, ainda financiamento bonificados para aquisição de terreno, criação de infra- estruturas e construção.
A concessão dos financiamentos pode ser através do estado, através das câmaras Municipais, instituições particulares, de solidariedade as chamadas IPSS, Cooperativas de habitação e empresas privadas.
A atribuição de fogos
A atribuição do direito à propriedade ou ao arrendamento dos fogos, cabe as entidades acima descritas. Apesar que as candidaturas devem ser apresentadas junta da Câmara Municipal ou das IPSS.
As habitações que estiverem disponíveis, é feita através de classificação ou sorteio, mediante as listas que estiverem nas Câmaras Municipais. O anúncio é feito nos jornais de maior divulgação na área de localização dos fogos ou por intermédio da afixação de editais.
Vendas
Nem todos os fogos construídos, são postos à venda. Muitos são destinados ao arrendamento com rendas baixas. É, por exemplo, o caso do programa especial de realojamento, criado em 1993, no âmbito da política de erradicação das barracas nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Porém, estas instituições podem a vir a alienar os fogos aos arrendatários. Para que tal seja viável, devem ser respeitadas certas regras. Por exemplo, os fogos construídos ou adquiridos ao abrigo do programa especial de realojamento não podem ser transaccionados pelos promotores durante 15 anos, esta limitação pode ser contornada, desde que haja intervenção dos municípios ou das instituições e que o IGAPHE (entidade que pode conceder, a fundo perdido, até 50% do custo da construção ou dos fogos a comprar) esteja de acordo. As casas vendidas a arrendatários só podem ser utilizadas para habitação própria e permanente.
Venda apoiada
Existe um regime ainda mais favorável para as famílias mais desfavorecidas. Os agregados familiares realojados pelo município, em regime de arrendamento, podem ter acesso à habitação através de um sistema de venda apoiada. Além de ser permitida a compra da habitação, o estado e o município podem comparticipar até 50% do preço de venda. Para ter acesso a este financiamento, as famílias deverão residir na área do município promotor das habitações e ter um rendimento mensal bruto corrigido, em função do agregado familiar, igual ou inferior a dois salários mínimos nacionais. Em função dos seus rendimentos, podem recorrer a um empréstimo bancário para cobrir o valor não comparticipado. As Câmaras municipais intervenientes na primeira transmissão ficam com o direito de preferência nas segundas transmissões.
Se o município não exercer o se direito de preferência, este passa automaticamente ao candidato melhor posicionado na lista dos inscritos nos serviços municipais. Tanto a câmara como cada um dos contactados terão 15 dias, a contar da data em que lhes foi comunicada a intenção de venda, para decidir se estão ou não interessados no imóvel em causa.
Propriedade resolúvel
As famílias de baixo recursos que não tiverem acesso ao crédito bancário para compra de casa em venda apoiada podem ainda recorrer ao chamado sistema de propriedade resolúvel.
Este sistema é aplicado aos fogos construídos ou adquiridos para habitação social pelas entidades, atrás enumeradas que, tenham beneficiado de comparticipações estatais a fundo perdido na construção ou aquisição e que estejam já em regime de arrendamento. A habitação obtida ao abrigo deste sistema poderá ser paga, em prestações bastante acessíveis, durante 25 anos. Porém, não poderá ser vendida antes de terem decorrido 10 anos sobre a constituição da propriedade resolúvel.
A reabilitação de pessoas deslocadas de determinados Bairros ou pessoas que não tem posses suficientes para comprar casa, nem se quer através de cooperativas. A alternativa, nestes casos, poderá passar pelas habitações sociais e económicas, também designadas de custos controlados. Para a sua construção e aquisição.
O estado concebe benefícios fiscais (isenção ou redução de impostos e taxas) e parafiscais (isenção ou redução de outras custos, como escritura e, ainda financiamento bonificados para aquisição de terreno, criação de infra- estruturas e construção.
A concessão dos financiamentos pode ser através do estado, através das câmaras Municipais, instituições particulares, de solidariedade as chamadas IPSS, Cooperativas de habitação e empresas privadas.
A atribuição de fogos
A atribuição do direito à propriedade ou ao arrendamento dos fogos, cabe as entidades acima descritas. Apesar que as candidaturas devem ser apresentadas junta da Câmara Municipal ou das IPSS.
As habitações que estiverem disponíveis, é feita através de classificação ou sorteio, mediante as listas que estiverem nas Câmaras Municipais. O anúncio é feito nos jornais de maior divulgação na área de localização dos fogos ou por intermédio da afixação de editais.
Vendas
Nem todos os fogos construídos, são postos à venda. Muitos são destinados ao arrendamento com rendas baixas. É, por exemplo, o caso do programa especial de realojamento, criado em 1993, no âmbito da política de erradicação das barracas nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Porém, estas instituições podem a vir a alienar os fogos aos arrendatários. Para que tal seja viável, devem ser respeitadas certas regras. Por exemplo, os fogos construídos ou adquiridos ao abrigo do programa especial de realojamento não podem ser transaccionados pelos promotores durante 15 anos, esta limitação pode ser contornada, desde que haja intervenção dos municípios ou das instituições e que o IGAPHE (entidade que pode conceder, a fundo perdido, até 50% do custo da construção ou dos fogos a comprar) esteja de acordo. As casas vendidas a arrendatários só podem ser utilizadas para habitação própria e permanente.
Venda apoiada
Existe um regime ainda mais favorável para as famílias mais desfavorecidas. Os agregados familiares realojados pelo município, em regime de arrendamento, podem ter acesso à habitação através de um sistema de venda apoiada. Além de ser permitida a compra da habitação, o estado e o município podem comparticipar até 50% do preço de venda. Para ter acesso a este financiamento, as famílias deverão residir na área do município promotor das habitações e ter um rendimento mensal bruto corrigido, em função do agregado familiar, igual ou inferior a dois salários mínimos nacionais. Em função dos seus rendimentos, podem recorrer a um empréstimo bancário para cobrir o valor não comparticipado. As Câmaras municipais intervenientes na primeira transmissão ficam com o direito de preferência nas segundas transmissões.
Se o município não exercer o se direito de preferência, este passa automaticamente ao candidato melhor posicionado na lista dos inscritos nos serviços municipais. Tanto a câmara como cada um dos contactados terão 15 dias, a contar da data em que lhes foi comunicada a intenção de venda, para decidir se estão ou não interessados no imóvel em causa.
Propriedade resolúvel
As famílias de baixo recursos que não tiverem acesso ao crédito bancário para compra de casa em venda apoiada podem ainda recorrer ao chamado sistema de propriedade resolúvel.
Este sistema é aplicado aos fogos construídos ou adquiridos para habitação social pelas entidades, atrás enumeradas que, tenham beneficiado de comparticipações estatais a fundo perdido na construção ou aquisição e que estejam já em regime de arrendamento. A habitação obtida ao abrigo deste sistema poderá ser paga, em prestações bastante acessíveis, durante 25 anos. Porém, não poderá ser vendida antes de terem decorrido 10 anos sobre a constituição da propriedade resolúvel.
S. Leonardo da Galafura
S. Leonardo de Galafura é um poema de Miguel Torga, que retrata bem a paisagem do Douro, cheia de socalcos e vinhedos, onde as pessoas vão descendo pelas encostas abruptas até chegarem ao rio.
Miguel Torga realça toda essa paisagem a partir do cima do monte, onde está uma capelinha em que o padroeiro venerado é S. Leonardo de Galafura. O poema também enaltece a beleza do rio Douro e a sua importância no transporte do vinho, naquela época.
Região que ele também conhece, não só por ser dessa Região Duriense, como frequentava bastantes vezes essas serras, pois Torga é um poeta essencialmente telúrico.
Miguel Torga realça toda essa paisagem a partir do cima do monte, onde está uma capelinha em que o padroeiro venerado é S. Leonardo de Galafura. O poema também enaltece a beleza do rio Douro e a sua importância no transporte do vinho, naquela época.
Região que ele também conhece, não só por ser dessa Região Duriense, como frequentava bastantes vezes essas serras, pois Torga é um poeta essencialmente telúrico.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
STC "poesia pela inércia"
Há um grande jogo de futebol
Entre dois rivais, é o Porto e o Benfica
Está prestes a começar
"Transmissão" é na TV, no canal da SIC.
Os jogadores já estão em campo
A bola está "parada" na marca do grande círculo
O árbitro olhou para o relógio
Levanta a mão e assopra no apito.
A bola entrou em "movimento"
Não demorou muito a ir em em direcção as redes do Benfica
O guarda rede furioso deu um chuto para a"frente"
Tirando logo a bola, dentro da sua baliza.
O Benfica não perdeu "inércia"
Indo a procura do empate
Numa jogada com passes bem delineados
De trás para a "frente", consegue um golo num grande remate.
O jogo está a ser bem disputado
Por vezes bastante viril
Os jogadores fazem faltas no campo
Nas bancadas as claques provocam-se
Criando várias cenas de "atrito".
No estádio há cenas de pancadaria
Há adeptos que vão pelo ar
São cabeças ocas, que não pensam no que isto pode dar
Parecem andar na lua com falta de "gravidad".
Entram forças de segurança, para as bancadas, prontos para actuar
Para por ordem nos adeptos, enfurecidos do Porto e do Benfica
Recuam todos para "trás", fogem todos com ansiedade
Pois não querem levar no corpo com os cassetetes da Polícia.
Entre dois rivais, é o Porto e o Benfica
Está prestes a começar
"Transmissão" é na TV, no canal da SIC.
Os jogadores já estão em campo
A bola está "parada" na marca do grande círculo
O árbitro olhou para o relógio
Levanta a mão e assopra no apito.
A bola entrou em "movimento"
Não demorou muito a ir em em direcção as redes do Benfica
O guarda rede furioso deu um chuto para a"frente"
Tirando logo a bola, dentro da sua baliza.
O Benfica não perdeu "inércia"
Indo a procura do empate
Numa jogada com passes bem delineados
De trás para a "frente", consegue um golo num grande remate.
O jogo está a ser bem disputado
Por vezes bastante viril
Os jogadores fazem faltas no campo
Nas bancadas as claques provocam-se
Criando várias cenas de "atrito".
No estádio há cenas de pancadaria
Há adeptos que vão pelo ar
São cabeças ocas, que não pensam no que isto pode dar
Parecem andar na lua com falta de "gravidad".
Entram forças de segurança, para as bancadas, prontos para actuar
Para por ordem nos adeptos, enfurecidos do Porto e do Benfica
Recuam todos para "trás", fogem todos com ansiedade
Pois não querem levar no corpo com os cassetetes da Polícia.
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