sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Cultura, Língua e comunicação (Mubilidade e Urbanismo)

Cultura, Língua e comunicação (Mubilidade e Urbanismo)

Vila Pouca de Aguiar de Aguiar insere-se na grande Região natural de Trás-os-Montes, esta vila tem tido um crescimento bastante acentuado, principalmente nestas duas últimas décadas. A localização geográfica tem ajudado bastante, situa-se a meio do eixo rodoviário, entre as duas Cidades mais importante do Nordeste, Vila Real e Chaves. Estando situada num vale, em que de um lado está situada a Serra da Padrela e do outro a Serra do Alvão.
Possui uma grande diversidade de recursos naturais na sua região muito importantes, que tem contribuído para o seu desenvolvimento, estando a ser agora melhore aproveitados, dos quais se destacam, alguns:
As enormes extensões do seu vale fértil situam-se também algumas aldeias, em que partes dos seus habitantes se dedicam à criação de gado, o bovino. O caprino também tem enorme expressão na região, devido a terem enormes áreas baldias de terrenos incultos nas duas serras. A criação destes dois tipos de animais, é o que tem maior expressão na região. Havendo muitas explorações de criação e venda para fins comerciais.
A agricultura também tem grande destaque, apesar de as pessoas praticarem uma agricultura de subsistência, aparecendo aqui e acolá algumas explorações para efeitos comerciais. Esta região também tem grande apetidão florestal. Há muitas pessoas que obtêm rendimentos extras da venda de lenha ou madeira das suas propriedades ou da venda do seu fruto, como seja a castanha.
A maior riqueza deste concelho vem dos espaços florestais, que ainda povoam já nem tanto como no passado, uma grande parte das serras desta região. Foi quando entrou o regime florestal, acerca de setenta anos atrás, em que o estado tentou arborizar áreas que eram marginais para a agricultura ou que estavam sem aproveitamento. Resultado disso herdamos um património paisagístico enorme, não só porque mantêm um lindo manto verde nos montes. Podemos extrair daí muita riqueza como seja: A extracção de fungos comestíveis “cogumelos”, quando cortamos algumas árvores, para aplicar, na industria do mobiliário, na construção de casas. Extrair a resina do pinheiro sem ter necessidade de o cortar, que é uma matéria-prima muito valiosa, podendo ser aplicada quando transformada, na elaboração vários tipos de colas, pez, perfumes…
Os rendimentos destes produtos ou subprodutos, são divididos em duas partes 40% vai para os cofres do estado e os 60% vai para as juntas de freguesia ou concelhos directivos das aldeias. Isto representa uma mais-valia para o enriquecimento das comunidades locais e desta região. Há outras fontes de receitas proveniente do aluguer dos terrenos cedidos para os parques eólicos e a extracção do granito que além de criar fortes receitas para o concelho cria muitos postos de trabalho, localmente. A actividade cinegética também aqui tem forte expressão, cria riqueza local. Tudo isto serve para atrair o turismo na região.
Muitas organizações deste concelho, estão actualmente, empenhados em tirar o maior partidos de todo estes recursos naturais desta região, por isso durante o ano têm criados várias actividades para promover a região: feira anual do, granito, feira das cebolas e corridas de cavalos, feira do artesanato e do mel, feira da castanha e do cabrito…

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